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Seja enxaqueca ou sinusite, ambas podem resultar em dores intensas e impactar o seu dia a dia. A medicina convencional costuma tratá-las de forma distinta, mas muitas pessoas relatam episódios que se alternam ou ocorrem simultaneamente, e isso não é uma coincidência. Neste artigo, vamos explorar como o corpo se comunica por meio das dores e como abordagens como o Bioalinhamento e a Osteopatia podem atuar na raiz dessas questões.
1. O que a Medicina Convencional diz
- Enxaqueca
Caracteriza-se como uma condição vascular e neurológica. Crises intensas de dor de cabeça, muitas vezes pulsátil, acompanhadas de náusea, fotossensibilidade e debilitantes por vezes, são tratadas essencialmente com medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e, em casos mais severos, com terapias preventivas, usadas sob prescrição médica. - Sinusite
É a inflamação dos seios da face, espaços ósseos ao redor do nariz, olhos e testa geralmente causada por infecção viral, bacteriana ou por alergias. Os sintomas incluem congestão nasal, secreção espessa, dor facial, dor de cabeça frontal e pressão nos seios da face. O tratamento costuma envolver descongestionantes, antibióticos (quando bacteriana) e corticosteroides, conforme avaliação médica.
Embora sejam tratados separadamente, muitas pessoas experienciam enxaqueca e sinusite concomitantemente ou alternadamente, um sinal de que podem ter raízes interligadas.
2. A visão holística do Bioalinhamento
O Bioalinhamento traz uma perspectiva integrativa, onde os sintomas não são vistos como falhas do corpo, mas como programas biológicos especiais desencadeados por choques emocionais.
- Sinusite emocional: associada a conflitos ligados a “cheiro” ou percepção de perigo e nojo. Segundo a experiência da Dra. Andréia, conflitos vividos na infância, mesmo um ambiente emocional sutil, podem reativar padrões semelhantes mais tarde, gerando sintomas como sinusite.
- Enxaqueca emocional: ligada a conflitos de controle, autocobrança, sobrecarga mental ou necessidade de se afastar de uma situação. Conflitos não resolvidos desde a infância também podem se manifestar como enxaqueca em fases de estresse ou cobrança.
A proposta do Bioalinhamento é identificar e resolver essas causas emocionais, permitindo que o corpo entre em fase de reparação, com dor, inflamação e desconforto fazendo parte desse processo de cura. Transformar essas imagens mentais abre caminho para um novo ciclo de vida, sem dor.
3. Como a Osteopatia entra em cena
A Osteopatia complementa essa abordagem ao liberar as tensões mecânicas que perpetuam os ciclos de dor. Embora a evidência científica ainda seja limitada, existem estudos e relatos que mostram benefícios no tratamento de sinusite e enxaqueca.
3.1 O que diz a literatura sobre Osteopatia
A osteopatia é uma prática de medicina alternativa que se baseia em manipulações musculoesqueléticas, com pouca evidência de eficácia em condições não musculoesqueléticas.
Entretanto, clínicas especializadas apontam benefícios:
- Sinusite: estudos relatam melhora significativa nos sintomas e na qualidade de vida com osteopatia craniana, mobilizações cranianas, drenagem linfática, alívio de tensões musculares faciais e cervicais, equilibrando pressões aéreas e facilitando a drenagem dos seios da face.
- Enxaqueca e dores de cabeça: técnicas osteopáticas focadas em mobilização cervical e craniana podem liberar neuralgias (como do nervo Arnold), tensão muscular e atuar no sistema nervoso autônomo reduzindo crises.
3.2 Benefícios práticos da Osteopatia
Com técnicas suaves e globais, a osteopatia pode ajudar:
- Melhorar a drenagem dos seios nasais, aliviando congestão e pressão.
- Reduzir tensão muscular nas regiões cervical, torácica e craniana, frequentemente associadas a enxaquecas.
- Equilibrar o sistema nervoso autônomo, interrompendo o ciclo do estresse.
4. Construindo uma abordagem integrada
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Abordagem |
Principal Foco |
Contribuição |
|
Medicina Convencional |
Tratamento dos sintomas físicos |
Alívio agudo e prevenção medicamentosa |
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Bioalinhamento |
Dimensão emocional e energética |
Correção da causa emocional e reestruturação interna |
|
Osteopatia |
Tensão mecânica e mobilidade |
Liberação física e apoio à regeneração |
Exemplo prático: uma pessoa com enxaqueca recorrente e sinusite pode iniciar com o tratamento convencional, aliviar crises e obter diagnóstico; com o Bioalinhamento ressignificar conflitos emocionais antigos; e com a Osteopatia liberar mecanicamente os padrões que mantêm a dor.
5. Por que agora é o momento de agir?
As crises não precisam virar rotina, e quanto mais rápido você agir, mais rápido seu corpo pode retomar o equilíbrio fisiológico e emocional.
Cada sessão combinada de Bioalinhamento e Osteopatia representa um avanço:
- Menos crises, com alívio mais duradouro
- Mais energia, pois a carga física e emocional diminui
- Melhora na qualidade de vida, com menor dependência de medicação e maior sensação de bem-estar
Quanto antes você inicia esse caminho, menor o risco de cronicidade, e maior sua chance de reconstruir uma vida sem dor.
6. Seu corpo pode se curar se você der o primeiro passo
Sua dor é uma mensagem. Enxaqueca e sinusite muitas vezes são sinais de que algo mais profundo precisa ser visto, seja um conflito emocional, seja uma tensão física inconsciente.
Você tem duas escolhas:
- Continuar no ciclo do sofrimento, tratando apenas sintomas.
- Investir no seu bem-estar, procurando pela raiz e abrindo-se à cura integral.
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Deixe seu corpo cicatrizar, dê o primeiro passo agora.
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O intestino é frequentemente chamado de "segundo cérebro" devido à presença do sistema nervoso entérico, que contém cerca de 400 a 600 milhões de neurônios. Esse sistema permite que o intestino funcione de forma autônoma, coordenando processos digestivos e influenciando diretamente nosso bem-estar emocional.
Além disso, aproximadamente 90% da serotonina, neurotransmissor associado à sensação de felicidade, é produzida no intestino. Isso reforça a importância de mantermos esse órgão em equilíbrio para uma saúde mental e física otimizada.
A Microbiota Intestinal e a Disbiose
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Canabidiol: Perguntas Frequentes Respondidas com Base Científica
Entenda como o CBD pode ser seu aliado no controle da dor, sono e equilíbrio da saúde com orientação da Dra. Andréia Mazloum
O canabidiol (CBD) tem se tornado uma das substâncias naturais mais estudadas e prescritas na medicina integrativa. Extraído da planta Cannabis sativa, o CBD não possui efeitos psicoativos e é amplamente utilizado no manejo de diversas condições clínicas como dor crônica, ansiedade, epilepsia, insônia, aumento da performance e doenças inflamatórias.
A Dra. Andréia Mazloum, fisioterapeuta osteopata especializada em saúde integrativa, responde aqui às principais dúvidas dos pacientes e explica, com embasamento técnico e linguagem acessível, como o canabidiol pode ser usado com segurança e eficiência.
O que é o Canabidiol (CBD) e como ele atua?
O canabidiol é um dos fitocanabinóides encontrados na Cannabis sativa, mas diferente do THC (tetrahidrocanabinol), não causa euforia, alterações mentais ou dependência. Ele atua no sistema endocanabinóide, que está envolvido na regulação de funções como equilíbrio do organismo (homeostase), dor, sono, apetite, eixo cérebro-intestino, imunidade e humor.
Estudos mostram que o CBD possui propriedades:
- Analgésicas
- Anti-inflamatórias
- Neuroprotetoras
- Ansiolíticas
- Anticonvulsivantes
Da planta ainda podemos aproveitar outras substâncias como CBN e CBG, que são usadas para melhorar o foco e induzir ao sono, como o THC. Bem indicados, o efeito é eficaz e potente.
National Institute on Drug Abuse – Cannabidiol
Com trabalhos científicos correlacionando os efeitos da osteopatia no Sistema Endocanabinóide, Dra Andréia afirma que temos nossos próprios canabinóides internos, porém a vida moderna e o estresse crônico destroem essas substâncias, que ajudam nosso organismo entrar em equilíbrio e trazer tanto bem estar. Mas conclui que bons hábitos e às sessões de osteopatia ativam novamente esse Sistema e correlacionando com o uso externo de CBD, são potentes no equilíbrio do corpo e mente, melhora das dores crônicas, melhora do foco, ansiedade e sono.
Quais doenças podem ser tratadas com canabidiol?
Com base em evidências clínicas e relatos de pacientes acompanhados pela Dra. Andreia, o CBD tem sido utilizado como terapia complementar ou de suporte em casos como:
- Epilepsia refratária
- Ansiedade e ataques de pânico
- Distúrbios do sono (insônia, despertares frequentes)
- Dor crônica musculoesquelética
- Fibromialgia
- Doença de Parkinson
- Esclerose múltipla
- Transtorno do espectro autista (TEA)
- Artrite e doenças autoimunes
- Depressão resistente
- TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático)
- Melhora da performance física e cognitiva.
Essas aplicações têm respaldo crescente em artigos científicos e na prática clínica. Um exemplo de destaque é o uso do CBD como adjuvante no tratamento de epilepsia infantil refratária, como o caso do medicamento Epidiolex aprovado pelo FDA:
FDA – Epidiolex (cannabidiol) Official Info
O CBD é indicado pelo SUS?
Sim, em casos específicos e com indicação médica, o Sistema Único de Saúde (SUS) pode liberar o uso do canabidiol. A Dra. Andreia reforça que há critérios rigorosos e um processo burocrático, mas viável com o suporte profissional adequado.
As principais condições aceitas incluem:
- Epilepsia de difícil controle
- Transtorno do espectro autista (nível severo)
- Esclerose múltipla
- Dor neuropática refratária
- Casos especiais de fibromialgia
Em todos os casos, é necessário laudo médico, prescrição e solicitação formal via SUS ou judicial.
Quantas gotas de CBD usar para dormir ou controlar dor?
Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório da Dra. Andreia Mazloum. A dose é individualizada e depende de vários fatores:
- Peso e metabolismo do paciente
- Concentração do produto (ex: 10 mg/mL, 50 mg/mL)
- Tipo de sintoma (sono, dor, humor, inflamação)
- Resposta fisiológica nos primeiros dias de uso
Geralmente, inicia-se com 1 a 3 gotas ao dia, de 8 em 8 horas, e aumenta-se gradualmente, dependendo da dosagem e Sistema Endocanabinóide de cada indivíduo, sempre com orientação profissional. O efeito pode surgir entre 15 e 60 minutos, e a melhora contínua aparece com o uso diário.
Canabidiol causa efeitos colaterais?
Em sua prática clínica, a Dra. Andreia observa que o CBD é muito bem tolerado, mesmo em idosos e crianças. Contudo, efeitos leves podem ocorrer:
- Sonolência
- Boca seca
- Queda de pressão leve
- Alterações no apetite
Esses efeitos geralmente desaparecem com o ajuste de dose. O canabidiol não é viciante e não compromete a cognição, muito pelo contrário, auxiliam processos cognitivos, de humor e também melhora a foco.
É necessário receita médica?
Sim. Todo uso de CBD no Brasil exige prescrição médica com justificativa clínica, mesmo em casos leves como insônia ou dores musculares. Fisioterapeutas, como a Dra. Andreia Mazloum, podem orientar o uso com base na prescrição médica e acompanhar sua resposta terapêutica ao longo das sessões.
O canabidiol é tarja preta?
Não. O CBD pode ser vendido no Brasil como:
- Fitoterápico com prescrição simples,
- Produto controlado pela ANVISA, dependendo da concentração e da composição do THC, doses elevadas são receitadas por médicos.
Na dúvida, é essencial consultar uma profissional experiente para saber qual tipo de CBD é mais indicado para sua necessidade.
Quem pode usar canabidiol?
Com acompanhamento, o CBD pode ser utilizado por:
- Crianças com epilepsia, autismo ou TDAH;
- Adultos com dor, ansiedade ou insônia;
- Atletas, para melhorar processos inflamátórios, facilitar autorregulação e melhorar a performance física no esporte;
- Idosos com doenças neurodegenerativas.
A Dra. Andreia Mazloum destaca que o sucesso do tratamento depende de um plano individualizado e supervisionado, pois o CBD age de forma diferente em cada organismo.
Comentário da Dra. Andreia Mazloum
“O canabidiol é uma ferramenta terapêutica poderosa quando usada com critério. Ele não substitui tratamentos convencionais, mas pode melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente. Meu papel como fisioterapeuta integrativa é identificar os momentos certos para indicar o uso e acompanhar de perto os efeitos ao longo da reabilitação.”
Dra. Andreia Mazloum – Fisioterapeuta Osteopata | CREFITO 3/ 76506-F
O que você precisa lembrar
- O CBD não é “maconha medicinal”, mas um composto isolado e seguro
- Seu uso deve ser prescrito e acompanhado por profissionais capacitados
- Pode auxiliar em dores, sono, ansiedade, humor, condições neurológicas e inflamações
- Nunca se automedique. Cada organismo responde de forma única
- A fisioterapia e a osteopatia podem se beneficiar da ação anti-inflamatória e reguladora do CBD
Agende uma consulta com a Dra. Andreia Mazloum
Se você está buscando um acompanhamento qualificado para o uso terapêutico do canabidiol, com integração à fisioterapia, osteopatia e saúde funcional, agende uma avaliação com a Dra. Andreia Mazloum.
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Links de referência internacional:
Meta Title: Canabidiol: Tudo o que Você Precisa Saber Antes de Usar
Meta Description: Descubra como o canabidiol atua no organismo, quais doenças pode tratar, como usar com segurança e o que diz a legislação brasileira. Conteúdo técnico validado pela Dra. Andreia Mazloum.
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Canabidiol e Saúde Integrativa Quando a Ciência e a Experiência Clínica se Encontram
O uso terapêutico do CBD em fisioterapia e reabilitação
O canabidiol (CBD) tem ganhado espaço nas práticas clínicas integrativas por seu potencial terapêutico em diversas condições físicas e neurológicas. Com respaldo crescente na literatura científica e na prática profissional, o CBD se mostra uma alternativa eficaz e segura no tratamento de dores crônicas, distúrbios do sono, transtornos de humor e doenças neurodegenerativas.
A Dra. Andreia Mazloum, fisioterapeuta osteopata e referência em reabilitação integrativa em São Paulo, explica de forma clara e técnica como o canabidiol atua no organismo, quando ele é indicado e quais os cuidados na sua prescrição e acompanhamento. Com mais de 20 anos de atuação clínica e formação multidisciplinar, ela une o conhecimento da fisioterapia moderna com abordagens complementares, trazendo o melhor da medicina baseada em evidências para o dia a dia de seus pacientes.
O que é o canabidiol CBD?
O canabidiol é um dos principais compostos bioativos presentes na planta Cannabis sativa. Ao contrário do tetrahidrocanabinol (THC), o CBD não possui efeitos psicoativos, ou seja, não provoca alteração de consciência, euforia ou dependência. Ele atua no sistema endocanabinoide humano, uma rede de receptores distribuídos pelo cérebro, sistema nervoso, imunológico e outros tecidos, com funções essenciais na regulação da dor, sono, humor, inflamação e resposta imune.
Benefícios comprovados do CBD em reabilitação e fisioterapia
A atuação da Dra. Andreia Mazloum no uso integrativo do canabidiol é centrada em três pilares: controle da dor, neuroregulação e melhora da qualidade de vida. Entre as condições tratadas com apoio do CBD, destacam-se:
1. Dores crônicas e inflamatórias
Casos de dor musculoesquelética persistente, artrite, artrose, dor miofascial e hérnia de disco são exemplos em que o CBD pode ser um aliado na redução da dor e da necessidade de opioides ou anti-inflamatórios de uso contínuo.
2. Fibromialgia
Pacientes com fibromialgia apresentam dor difusa, fadiga, distúrbios do sono e sensibilidade aumentada. O canabidiol atua regulando a percepção da dor e reduzindo marcadores inflamatórios.
3. Transtornos neurológicos e do sono
O CBD pode modular a atividade elétrica cerebral e regular neurotransmissores como a serotonina e o GABA. Por isso, tem sido estudado e indicado em:
- Insônia e distúrbios do sono
- Ansiedade generalizada e TEPT
- Epilepsia refratária
- Parkinson e Alzheimer (fase leve a moderada)
4. Saúde mental e regulação do humor
Muitos pacientes em reabilitação física sofrem com ansiedade, depressão leve ou estados de estresse crônico. O CBD pode oferecer uma abordagem complementar e natural para regular o humor e facilitar o engajamento no processo terapêutico.
CBD e osteopatia, uma combinação estratégica
O modelo de atenção integrativa da Dra. Andreia Mazloum envolve a interrelação entre corpo, mente e sistema nervoso. Em sua abordagem osteopática, ela trabalha com mobilizações manuais, liberação miofascial e reeducação postural global. A introdução do canabidiol, quando clinicamente indicada, potencializa os efeitos do tratamento ao:
- Reduzir o tônus muscular excessivo
- Acelerar a recuperação de lesões
- Regular a percepção de dor
- Melhorar a qualidade do sono do paciente, favorecendo a regeneração tecidual
É seguro? Quem pode usar o canabidiol?
Sim, o canabidiol é considerado seguro, inclusive para uso pediátrico e geriátrico, desde que com prescrição médica e acompanhamento multiprofissional. A Dra. Andreia reforça que o CBD não é tarja preta, não causa dependência e não está relacionado ao uso recreativo da cannabis. Os efeitos colaterais são geralmente leves e raros, como sonolência, boca seca ou tontura leve.
Segundo a ANVISA, o uso medicinal de canabidiol é autorizado mediante prescrição e laudo clínico, com compra em farmácias autorizadas ou importação controlada:
ANVISA – Produtos à base de Cannabis
Como é feito o uso do CBD na prática clínica?
O tratamento com CBD é individualizado. Fatores como peso, idade, sensibilidade, histórico clínico e objetivos terapêuticos influenciam a dose ideal. Não existe um “tamanho único”. O acompanhamento deve ser contínuo e a titulação da dose feita de forma gradual.
Exemplo prático:
- Paciente com insônia moderada inicia com 2 a 5 gotas de uma solução de 10 mg/mL, 30 minutos antes de dormir
- Após 7 dias, a resposta é avaliada, podendo haver ajustes para cima ou para baixo, dependendo da sensibilidade e da melhora percebida
A fisioterapia e a osteopatia acompanham esse processo de perto, integrando o efeito neurofisiológico do CBD às práticas manuais, exercícios e orientações comportamentais.
O que dizem as pesquisas científicas internacionais?
Estudos em universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo sustentam a eficácia do canabidiol em contextos terapêuticos. Entre os mais relevantes:
- Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a King’s College London mostrou que o CBD reduz a ansiedade social em ambientes públicos
- Harvard Medical School explora o papel do CBD como alternativa aos opioides no tratamento da dor crônica
- NIH – National Institutes of Health (EUA) mantém linhas de pesquisa sobre CBD em neurodegeneração e trauma cerebral
“Na prática clínica, observo que o canabidiol, quando utilizado de forma segura e supervisionada, pode ser um recurso terapêutico altamente eficaz para pacientes com dores crônicas, distúrbios do sono e transtornos neurológicos. Ele não substitui outras terapias, mas potencializa seus efeitos ao modular o sistema nervoso de maneira natural e individualizada. O mais importante é integrá-lo a um plano de reabilitação com acompanhamento constante, respeitando as necessidades específicas de cada paciente.”
Dra. Andreia Mazloum – Fisioterapeuta Osteopata | CREFITO 3/84798-F
Quais doenças são mais frequentemente tratadas com CBD?
Além das condições já citadas, os usos mais frequentes na prática da Dra. Andreia incluem:
- Epilepsia refratária e autismo (com laudo e prescrição médica especializada)
- Artrite reumatoide e artrose
- TDAH em adultos
- Doença de Crohn e colite ulcerativa
- Síndrome do intestino irritável (SII)
O CBD é legal no Brasil?
Sim. Desde 2015, o Brasil autoriza a prescrição médica de produtos à base de canabidiol, com regulação pela ANVISA. Atualmente, já existem diversas opções de produtos nacionais e importados, com controle de qualidade e registro sanitário.
A Dra. Andreia Mazloum orienta seus pacientes quanto às marcas confiáveis, posologia e compatibilidade com outros tratamentos em curso. A segurança do uso é garantida por um plano terapêutico bem estruturado e sempre alinhado com a equipe médica responsável.
A importância do acompanhamento profissional
Por mais que o CBD seja uma substância natural e bem tolerada, seu uso não deve ser feito sem orientação. Os benefícios só são reais quando inseridos em um contexto terapêutico adequado, com apoio de profissionais capacitados.
No consultório da Dra. Andreia Mazloum, o tratamento com canabidiol é conduzido com ética, base científica e integração com a fisioterapia, osteopatia e medicina funcional. A sinergia entre essas práticas é o diferencial que transforma a experiência de saúde do paciente.
Ciência, cuidado e resultados
O canabidiol é uma das grandes inovações da saúde integrativa contemporânea. Seus efeitos no sistema endocanabinoide explicam os amplos benefícios relatados por pacientes e comprovados em pesquisas científicas. Quando utilizado com critério e orientação profissional, o CBD torna-se um instrumento potente no alívio da dor, regulação do humor e melhoria do sono.
Para quem busca um tratamento humanizado, técnico e com visão integrativa, a Dra. Andreia Mazloum é referência no uso responsável do canabidiol dentro de um plano de reabilitação eficaz.
Agende sua consulta com a Dra. Andreia Mazloum
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Outros links úteis e de referência:
- Dra. Andreia Mazloum – Doctoralia
- Site oficial da Dra. Andreia Mazloum
- WHO Report on Cannabidiol
- NIH – Cannabidiol Studies
- ANVISA – Cannabis Medicinal
Meta Title: Canabidiol no Tratamento Integrativo: Evidências, Indicações e Cuidados Essenciais
Meta Description: Entenda como o canabidiol pode auxiliar no manejo de dores crônicas, ansiedade, insônia, fibromialgia e distúrbios neurológicos. Conteúdo técnico, acessível e validado pela Dra. Andreia Mazloum, fisioterapeuta osteopata especializada.
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O que é tendinite?
A tendinite é um processo inflamatório que afeta os tendões – estruturas fibrosas que conectam os músculos aos ossos e transmitem a força necessária para o movimento articular. Quando o tendão está inflamado, os movimentos se tornam dolorosos, limitados e, muitas vezes, prejudicam a funcionalidade no dia a dia.
Hoje, muitos profissionais preferem o termo tendinopatia, já que em muitos casos não há inflamação ativa, mas sim um processo degenerativo das fibras do tendão — o que exige uma abordagem terapêutica mais ampla e estratégica.
Leia mais: Tendinites: Tipos, Causas, Emoções e o Papel da Osteopatia no Tratamento